siga o homoludens por email

UFMG EDUCATIVA: entrevista brinquedos e brincadeiras e formação da criança

FAZ ASSIM! CANTORIAS E BRINCADEIRAS INFANTIS

OUÇA AQUI AS PRIMEIRAS MÚSICAS DE NOSSO CD: produção: Claudio Emanuel, Marilza Máximo e Rogério Correia Direção Musical: Silvia Lima e Christiano Souza Oliveira

Faz assim!

Despedida/ Samba mais eu

territorio do brincar

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Apresentação de trabalho no II GRUPECI

oLÁ, nesta semana estaremos no Rio de Janeiro, participando do II seminario de grupos de pesquisa em Infancia. GRUPECI, 8, 9 e 10 de setembro agora, 4a, 5a e 6a.
Nosso grupo é o 84, apresentamos na 5a a tarde na mesma sala do grupo de Clarice Cohn e o de Rita Ribes.
Um resumo dos nossos trabalhos:

Coordenadores: José Alfredo Oliveira Debortoli e Ana Maria Rabelo Gomes

Membros já inscritos:
josé alfredo oliveira debortoli; Luciano Silveira Coelho; Vanessa Ferraz Almeida Neves; Levindo Diniz Carvalho; rogerio correia da slva; Adriana Torres Máximo Monteiro;

PROPOSTA,

Propomos aprofundar estudos empíricos e teóricos que possibilitem ampliar a compreensão de contextos e processos de aprendizagem da cultura pelas crianças. Empenhamo-nos em discutir abordagens conceituais e metodológicas que possam favorecer o entendimento de como as crianças, nas suas relações cotidianas, experimentam, aprendem e se constituem culturalmente. Ao problematizar a infância, enfatizamos temas e questões que apontam pensar a relação Educação e Cultura tanto
do ponto de vista escolar, problematizando o ''trato pedagógico'' dos conhecimentos no contexto e cotidiano da instituição Escola, quanto dos processos de aprendizagem da cultura nos mais diversificados tempos e espaços sociais. Interessa-nos compreender formas de participação e engajamento das crianças na prática social. Para tal, buscamos nos aproximar e dialogar com as crianças, problematizando suas relações com os adultos, com as instituições, com os processos de elaboração do conhecimento. Como fundamentação teórica e metodológica, elegemos o diálogo com o Campo da Antropologia, buscando novas concepções, conceitos e alternativas de formular problemas de pesquisa. Enfatizamos, nesse sentido, que são as
questões pertinentes ao Campo da Educação que nos mobilizam investigar e problematizar as experiências de infância. Propomos articular um quadro teórico que nos possibilite descrever, analisar e compreender a prática social.
Assinalamos que tomar como foco a aprendizagem da cultura tem nos provocado buscar uma abordagem da Escola como um dos contextos sociais de educação, relação e formação humana, mas não o único. Assim, ao tematizar a educação em sua dimensão de formação humana e cultural, o foco sobre as práticas educativas
não está restrito ao ensino formal. Interessa-nos aproximar e conhecer distintos espaços socioculturais, estabelecendo diálogos com diferentes sujeitos e comunidades. Buscamos conhecer diferentes tempos e espaços sociais, apontando
caminhos para a constituição de projetos educativos e processos de formação profissional articulados à prática social e à ampliação da partilha de experiências históricas, culturais e sociais. Isso pressupõe problematizar os processos de
transmissão e produção da cultura. Propomos investigar a presença das crianças no espaço social contemporâneo (escola, cidade, arquitetura, ruas,
parques, espaços de lazer, experiências de brincadeiras, comunidades indígenas, instituições, etc.), reconhecendo elementos que as crianças anunciam, tensionando e ressignificando os sentidos das relações, dos espaços e tempos
sociais.

Nenhum comentário:

Brincantes do Brasil: Entrevista com Lydia Hortélio by Almanaque Brasil

Brincantes do Brasil: Entrevista com Lydia Hortélio parte 2 by Amanaque Brasil