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UFMG EDUCATIVA: entrevista brinquedos e brincadeiras e formação da criança

FAZ ASSIM! CANTORIAS E BRINCADEIRAS INFANTIS

OUÇA AQUI AS PRIMEIRAS MÚSICAS DE NOSSO CD: produção: Claudio Emanuel, Marilza Máximo e Rogério Correia Direção Musical: Silvia Lima e Christiano Souza Oliveira

Faz assim!

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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

desafios da formação em serviço numa escola infantil

Olá,
desde o inicio do mes visito uma UMEI (Unidade Municipal de Educação Infantil) de Belo Horizonte, localizada no bairro Estrela Dalva. A escola é bem pequena e tem história no bairro. antes funcionava uma creche comunitária que foi municipalizada. Funciona junto a um centro de apoio comunitario. a escola funciona em dois turnos com quatro turmas de 2 a 4 anos. Combinei com a direção e coordenação da escola que desenvolveria um trabalho de formação com o grupo em que brincaria com as crianças e a professora juntos. há tempos tinha vontade de trabalhar com formação em serviço mas num formato em que mostraria como fazer trabalharia junto com os professores mas enfrentaria o desafio de dentro de um espaço e uma realidade concreta formulasse uma proposta. O resultado tem sido positivo com as crianças. Foi muito pesado os dois primeiros encontros pois optei por uma proposta mais dinâmica, com brincadeiras, correrias, cantigas, o importante era causar impacto, mesmo as custas de ser acusado de show man ou animador de festas. Queria provocar uma mudança na rotina da escola, de alguma forma, seja correndo com as crianças no patio da escola ou me fazer ouvir com os barulhos do tambor que tocava. Era importante criar um vínculo forte com as crianças desde o início, mas me aproximar das professoras com cautela e respeito. Tinha clareza de que um bom trabalho desenvolvido com as crianças poderia me dar maior credibilidade com as professoras. todavia, acredito que a formação em serviço talvez tenha que ser mais do que brincar com professoras e alunos juntos. O trabalho tem surtido algumas questões:
a primeira de estabelecer de forma mais clara como ocorreria esta parceria com as professoras. Ouvi do grupo que muitas professoras não sabiam o que fazer se observavam se entravam na brincadeira...
segundo, que necessito de um momento maior para observar as professoras atuarem com as crianças, para poder avaliar o trabalho que a escola desenvolve e sugerir mudanças;

de qualquer forma a entrada acontece mudanças. Na rotina, nos professores. o risco de me tornar um oficineiro é muito grande pois vejo que posso ficar concentrado nas crianças e não dar o retorno que os professores necessitam. O lado proativo do trabalho pode inibir também os professores de apresentarem sua forma de trabalhar.

penso que duas coisas sejam necessárias neste momento:
primeiro, observar como as professoras trabalham
segundo, planejar juntos.

Brincantes do Brasil: Entrevista com Lydia Hortélio by Almanaque Brasil

Brincantes do Brasil: Entrevista com Lydia Hortélio parte 2 by Amanaque Brasil