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UFMG EDUCATIVA: entrevista brinquedos e brincadeiras e formação da criança

FAZ ASSIM! CANTORIAS E BRINCADEIRAS INFANTIS

OUÇA AQUI AS PRIMEIRAS MÚSICAS DE NOSSO CD: produção: Claudio Emanuel, Marilza Máximo e Rogério Correia Direção Musical: Silvia Lima e Christiano Souza Oliveira

Faz assim!

Despedida/ Samba mais eu

territorio do brincar

domingo, 14 de dezembro de 2008

DO QUE VOCE BRINCAVA QUANDO ERA CRIANÇA?

Oi Gente, estamos inaugurando uma parte nova neste blog cuja idéia é apresentar as memórias de infância das pessoas, principalmente das suas brincadeiras. Pra isto estou contando com a colaboração dos amigos para que possam dar seus depoimentos. Preferi começar divulgando um site cuja contribuição para o registro das memórias das pessoas tem sido fundamental. O Museu da Pessoa. Vejam duas pérolas que tive em mãos ao pesquisar sobre brincadeiras neste site...

"José Walderido Aquino de Oliveira - brincadeiras de dar choque
Nascido em 18 de julho de 1963, em Caruaru, interior pernambucano, cresceu entre as feiras e brincadeiras de Caruaru e as plantações de Arapiraca, em Alagoas. Aos nove anos, mudou-se com o pai e parte dos irmãos para Guarulhos. Anos mais tarde, decidiu voltar para sua terra, onde se fascinou pelo mundo do circo, com o qual viajou Brasil afora. Ao retornar para Pernambuco e mudou-se novamente para Guarulhos em busca de emprego. Hoje é Diretor Cultural e Social do Grêmio de da Aché. O seu depoimento sobre uma de suas brincadeiras de infância é um brinco! A criatividade das crianças não tem limite...
Museu da Pessoa (MP) - Que lembranças você tem desse tempo?Walderido - Ah, eu tenho várias, mas uma que me marca bastante é quando eu e meu primo... Meu primo morava com a gente também, a minha tia era separada e meus dois primos moravam com a gente na casa dos meus avós, em Alagoas. E a gente ia para linha do trem, passava o trem e a gente fazia faquinha. (risos) A faquinha que eu digo é assim: a gente pegava aqueles pregos grandes e colocava em cima do trilho, da linha. Quando o trem passava, ele amassava e fazia uma faquinha. (risos) E a gente gostava de fazer isso aí.
MP - Vocês usavam?
Walderido - Não, era só pelo prazer de amassar o prego. Ficava na forma de uma faquinha.
MP - Tinha outras brincadeiras que você lembra?
Walderido - A gente gostava muito de brincar de teatro. A gente imitava o pessoal da televisão: eu, ele, a minha prima, os colegas da escola... A gente jogava bola também. Tinha muita brincadeira legal. Mas o que a gente mais gostava era de representar. Era gostoso. (risos)
MP - O lugar que você passou o maior tempo da sua infância qual foi?Walderido - Foi em Caruaru.
(...)
Museu da Pessoa - Quantos irmãos você tem?Walderido - Seis irmãos.
MP - O nome deles?
Walderido - Walter Marcelo Aquino de Oliveira, Waldir Aquino de Oliveira, Maria Stella Aquino de Oliveira, Maria Luiza Aquino de Oliveira e Maria Adélia Aquino de Oliveira.
MP - Que lembranças você tem de você menino com os seus irmãos?
Walderido - Ah, eu sempre fui o mais danado, que eu era o mais velho. Como eu era o mais danado, o que eu fazia? A gente tinha um rádio lá em casa, que tinha um fiozinho que era para fora, e dava choque, aquele fiozinho. A gente, de brincadeira, botou uma placa em frente de casa escrito assim: "Dá-se choque". E a gente botava um preço. Por incrível que pareça, iam as crianças lá tomar choque. (risos)
MP - E pagavam?Walderido - Pagavam. Eu botava a mão no fio, pegava na mão de um, de outro e o último que se ferrava. (risos) Então era assim. Pegava na mão dos meus irmãos, e a corrente ia passando, e último é que se danava, que não tinha para onde ir. Mas a criança queria tomar um choque. E pagava para isso. (risos) Então essa brincadeira me marcou muito. E fazia também carrinho de rolemã. No quintal de casa era uma descida e a gente fazia umas estradas, eu fazia tudo isso daí. Falava que era um ônibus da linha, que ia passando para pegar o pessoal e levar para a cidade. E as crianças também, eu cobrava uma taxa para andar no meu carro. (risos).

Alexandre Guimarães Só de Castro - brincadeiras de detetive
Nascimento: 14/01/1968, Porto Alegre Profissão: Empreendedor Sócioambiental Projeto: Todo Mundo pode Mudar o Mundo - Campanha Ashoka Empreededores Sociais
Das brincadeiras como detetive na infância, em Porto Alegre, Alexandre se identificou como um investigador nato, ávido pelas descobertas, pela ação. Biólogo com mestrado em Ecologia, confessa que não se sente muito à vontade como professor em sala de aula. É fundador do Instituto Ilhas do Brasil, que desde 2004 desenvolve ações de fortalecimento das comunidades locais e desperta o interesse pela conservação e exploração sustentável dos recursos marinhos.


P – Fale um pouco da Associação dos Detetives.
R – Pois é, foi uma surpresa para mim, porque ficou esquecido. Foi um momento de resgate da infância. Tentando lembrar como eram as coisas, comecei a ver que havia deixado para trás atitudes que marcaram a minha forma de ser. Por exemplo, o fato de ser a pessoa que mobilizava os amigos para ter o que fazer. Sempre nos encontrávamos e meu papel era estimular esse processo. Quando eles acordavam, havia sempre coisas planejadas. Algumas davam certo e outras, não. Virou uma rotina e as famílias, os vizinhos já sabiam que isso acontecia.
P – Você comentou que passava logo cedo na casa deles.
R – Eu acordava às 6 horas da manhã e não tinha noção de que no final da semana as pessoas queriam descansar, porque eu não tinha essa sensação. Então, eu passava todos os dias. Meus pais morriam de vergonha, mas o que eles iam fazer? Até que, com seis anos, eu resolvi montar uma organização. Pedi ajuda para fazer as carteirinhas e o nome era Associação dos Detetives Secretos Metropolitanos. Na época eu não sabia, não tinha a menor idéia do que era metropolitano, mas achava bonito e devia ser algo importante. Éramos sete ou oito garotos nessa associação. Nosso trabalho era andar para conhecer os lugares que nem as pessoas que moravam ali perto conheciam. Eram sempre coisas ligadas à natureza. Subíamos nos muros das casas para ver o que havia nos quintais; se tinham bichos, frutas, porque também pegávamos frutas, é óbvio, e era muito divertido.
P – Teve algum caso de mistério que vocês investigaram?
R – Havia muitas coisas ligadas a mistérios porque algumas casas eram muito fechadas. Lembro-me da dona Dadá, em uma das casas. Ela furava as bolas que caiam lá dentro. Era uma coisa incrível. E dizíamos: “A Dadá está vindo aí!”. Tínhamos de correr, porque se ela furava as bolas de futebol devia ser muito má. Havia também aquelas coisas de criança, do tipo: testes para ficar na associação. Os critérios eram, claro, atividades esportivas e provas de resistência. Perto do campo havia uma luz que permitia jogar futebol até mais tarde. Só podia entrar na associação dos detetives quem tinha coragem para ficar por último e apagar a luz, porque todo mundo saía correndo quando a noite chegava. A luz não podia ficar acesa e alguém tinha que apagar a luz e voltar no escuro.
P – Quem era dessa turma? Você se lembra do nome das pessoas?
R – Sim. O Martin Roras, o Quico, o Carlos, que tinha o apelido de Sabiá. O Felipe, o Fabrício. Nos encontramos de vez em quando.
P – Tinha alguma garota que participava dessa turma?R – Tinha uma garota que jogava futebol conosco, a Fátima. Eu a encontro de vez em quando. Mas as meninas circulavam menos, ficavam mais em casa mesmo".

quem quiser saber mais visite: http://www.museudapessoa.net/

sábado, 13 de dezembro de 2008

O BRINCAR ENTRE OS ADULTOS, UMA EXPERIENCIA ESTÉTICA

"...As brincadeiras entram em nosso corpo e nos marca, constroem nossas sensibilidades e assim passam a fazer parte de nossa própria história. Procurei uma palavra que fosse significativa para representar aquilo que sentia enquanto brincava com o grupo. Encontrei uma: ar-re-ba-ta-men-to!"

13 dicas na hora de comprar os brinquedos para sua turma de Educação Infantil.

"Está chegando o final de ano e muitas escolas ja fazem os preparativos parao ano seguinte renovando o seu acervo de brinquedos. Resolvi trazer minha contribuição ao elaborar algumas sugestões. Aí vão 13 dicas para quem deseja comprar brinquedos para sua escola,"

Quando chega a hora de comprar brinquedos nas Escolas de Educação Infantil

"Qual seria a diferença entre o gesto de comprar brinquedos para crianças já tão conhecido de nossa cultura e o de selecionar brinquedos para instituições de Educação Infantil? Quais as especificidades que orientariam as escolhas de brinquedos em uma escola de Educação Infantil ?"

MITOS E CRENÇAS SOBRE A CRIANÇA DIANTE DA TV (I )

"...não podemos realizar uma crítica sobre a televisão baseando nossos argumentos em crenças e mitos. O principal deles é quando acreditamos que as crianças jazem passivas diante de um veículo onipotente."

Projetos Arquitetônicos em espaços infantis: parceria com Samy Lansky

Há muito tempo venho buscando um motivo para aproximar-me de Samy e podermos desenvolver um trabalho juntos. Para quem não o conhece ele é arquiteto que tem seu trabalho focado no estudo e concepção de espaços infantis voltados para o lazer e o brincar.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

MITOS E CRENÇAS SOBRE A CRIANÇA DIANTE DA TV (I )

Há muito tempo que a Televisão desperta a atenção daqueles que estudam, pesquisam e convivem com as crianças, justamente pela forma intensa como a mesma se faz presente no cotidiano de suas infâncias. Todavia, muito do que se fala sobre a criança diante da TV está a mercê da aparição de modismos, da falta de distanciamento critico necessário e não está isento de questões ideológicas e condicionamentos de toda ordem.

Desde sua criação podemos dizer que muitas pesquisas já foram realizadas com o objetivo de investigar a relação entre a TV e a criança. Num rápido balanço destas produções podemos pelo menos aqui identificar alguns de seus objetos: desde o levantamento sobre o tempo de assistência a programas televisivos (relação que pode ser solitária ou em família), passando por estudos que investigaram a percepção e a capacidade da criança distinguir imagens televisivas reais das de ficção, até chegarmos aos estudos dos efeitos, que analisaram a relação entre, por exemplo, a televisão e o desenvolvimento da linguagem e do pensamento da criança, ou de seus comportamentos pró-sociais ou violentos.

Uma primeira preocupação que me vem a mente ao reler tais estudos é a de que não podemos realizar uma crítica sobre a televisão baseando nossos argumentos em crenças e mitos. O principal deles é quando acreditamos que as crianças jazem passivas diante de um veículo onipotente. Muitos estudos foram produzidos segundo este mito (ou como queiram outros, em determinado paradigma comunicacional), quando depositavam altas doses de preocupação com “os efeitos nocivos e muitas vezes imediatos que os produtos culturais televisivos teriam sobre o comportamento infantil”. A Televisão estaria entre outras coisas concorrendo com o brincar da criança; comprometendo sua linguagem e o seu desenvolvimento; estimulando a tolerância ou a violência; incentivando o consumo desenfreado de brinquedos... estas foram algumas das muitas conclusões já produzidas. Esta crença estava presente tanto em quem era pró ou contra a TV. Atestamos nestas pesquisas o seu comprometimento com um paradigma comunicacional que enquadrava as crianças numa fórmula que as constrangiam; um modelo rígido e estático, dicotômico e linear. Teria a televisão tanto poder assim sobre as crianças?

Outro problema: a própria concepção de socialização com que trabalham as pesquisas e os discursos sobre a TV e a criança. Assim, as mesmas idéias de ordem, estabilidade, invariância e assujeitamento dos atores sociais -noções estas que modelaram o paradigma comunicacional clássico- estão também presentes nas respostas que os pesquisadores davam as perguntas sobre o que e como as crianças aprendiam em seu contato com a televisão. O forte teor psicologizante destes estudos, focados excessivamente no individual e biológico (quando valorizavam excessivamente questões comportamentais e desconheciam as crianças como pertencentes a determinados grupos sociais) como fruto da ação de sujeitos plenos (adultos) sobre sujeitos incompletos (crianças), mediados pelo meio televisivo, predominou no pensamento dos pesquisadores durante muitas décadas.

A crítica a esta noção de socialização foi feita por muitos autores em épocas diferentes, dentre eles, Mayer (1973). Segundo o autor a socialização tem lugar durante toda a vida e ela não termina na infância. Isto sugere que tal processo é inconcluso e acontece também durante a vida adulta. Mudam-se com isso os lugares que ocupavam o adulto (completo) e criança (incompleto). COHN (2002), ao refletir sobre o papel da criança nas pesquisas sobre as sociedades não-ocidentais, analisa as mudanças que ocorreram no campo da antropologia, no que se refere a discussão da relação entre a criança, o desenvolvimento infantil e seu processo de aprendizagem. De uma abordagem do universo infantil visando sua integração na sociedade (numa concepção de uma ordem social estável) as pesquisas caminharam à procura de outra abordagem que levasse em conta a mudança social presente na idéia de socialização ao reconhecer a mudança no próprio processo de transmissão de conhecimentos de uma geração a outra, bem como a autonomia do próprio universo infantil. Para SILVA (2002) o novo conceito de socialização reflete-se na própria ação das crianças como atores sociais ativos.

A partir desta explanação, propomos que os estudos das relações estabelecidas entre a criança e a televisão sejam parte de discussão mais ampla sobre os estudos da infância. Neste sentido, aquilo que ficou latente nos estudos anteriores como uma premissa, como algo já dado ou natural é para nós aquilo que necessitamos trazer à tona sob o risco de obscurecermos a discussão. Daí a importância em se discutir conceitos como “socialização”, “infância” e “paradigma comunicacional”. Este é o assunto de nosso próximo texto...

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Projetos Arquitetônicos em espaços infantis: parceria com Samy Lansky

Há muito tempo venho buscando um motivo para aproximar-me de Samy e podermos desenvolver um trabalho juntos. Para quem não o conhece ele é arquiteto que tem seu trabalho focado no estudo e concepção de espaços infantis voltados para o lazer e o brincar. Existem projetos seus espalhados por toda a Belo Horizonte. Podemos encontrá-los em varios pontos da cidade, sejam eles públicos como praças ou para um grupo mais restrito como crianças de determinadas escolas. Os espaços que projeta além de belos, criativos e em sintonia com o imaginário infantil trazem como ponto forte novas possibilidades para o brincar das crianças. Seu espírito inquieto fez com que buscasse investigar através de pesquisa as diversas formas como as crianças se apropriavam dos espaços que ele criava. Esta foi a tônica de sua dissertação de mestrado, defendida pela Faculdade de Educação da UFMG: Praça Jerimum: cultura infantil no espaço público, 2006. Hoje ele desenvolve seu doutorado com foco na infância e suas práticas culturais e de lazer no contexto urbano de uma metrópole aprofundando as discussões relacionadas à infância e a cidade. Torço para que esta parceria dê frutos. Um abraço!
Quem quiser mais informações sobre o Samy, visite o seu site: www.lanskyarquitetura.com.br

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Cartilha incentiva luta contra violência sexual infanto-juvenil

O Ministério da Saúde lançou no final de novembro dia 25 a Cartilha "Impacto da Violência na Saúde das Crianças e Adolescentes - Prevenção de Violências e Promoção da Cultura de Paz". O lançamento ocorreu durante a abertura do III Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, no Rio de Janeiro.

Elaborado por técnicos das áreas de Saúde da Criança, do Adolescente e da Mulher, o texto traz informações sobre as formas de violências sexual, a rede de serviços disponíveis nos estados e municípios, além de dicas de como perceber os sinais da violência sexual. O documento faz parte do trabalho realizado nos municípios com o objetivo de acabar com o abuso e a exploração infantil e sua tiragem inicial será de três mil exemplares


Com a cartilha, o Ministério pretende informar a população sobre o que fazer diante da constatação de um caso e como abordar a criança e o adolescente. Entre as dicas, estão: promover ações de sensibilização e mobilização na defesa da causa; conversar com crianças e adolescentes orientando-os sobre os riscos da violência no cotidiano e suas formas de prevenção; adotar posturas proativas frente a qualquer situação de violência; debater o assunto nas escolas, comunidades, família, serviços de saúde, dentre outros setores da sociedade.

Segundo técnicos do Ministério da Saúde, a ameaça aos direitos garantidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente causa grande impacto na saúde da população e acarreta altos custos econômicos e sociais para o Estado e para as famílias. Com a violência, crianças e adolescentes acabam perdendo anos potenciais de vida. Em 2006, os acidentes e as violências foram responsáveis por 124.935 óbitos, representando 13,7% do total de mortes por causas definidas, configurando-se como a primeira causa de morte entre os adolescentes e crianças a partir de 1 ano de idade no Brasil.

De acordo com os dados da Cartilha, em adolescentes de 10 a 19 anos, as violências (52,9%), seguidas pelos acidentes de transporte (25,9%) e afogamentos (9,0%), são as principais causas de óbito nessa faixa etária. Esse perfil se repete nos adolescentes de 15 a 19 anos, no qual 58,7% dos óbitos foram por violências. Dados coletados no período de 2006 e 2007 pelo sistema de Vigilância de Violências e Acidentes (VIVA) revelam que, entre crianças de 0 a 9 anos a violência sexual foi a principal causa de atendimentos nos serviços de referência de violências. Dos 1.939 registros de violência contra crianças, 845 (44%) foram por violências sexuais.

A cartilha também fala a respeito dos motivos pelos quais as violências contra crianças e adolescentes são encobertas. Entre as causas, encontram-se: medo de denunciar; aceitação social da violência contra crianças e adolescentes utilizada
como justificativa de "educar"; e invisibilidade da violência quando os serviços de escuta não estão preparados para o acolhimento e atendimento da criança e do adolescente.

Reconhecendo a problemática do impacto da violência na saúde da população jovem, o Ministério da Saúde instituiu a Política de Atenção Integral à Saúde do Adolescente e do Jovem, como uma prioridade para o pleno desenvolvimento do país. A política se baseia em três eixos principais: crescimento e desenvolvimento, saúde sexual e saúde reprodutiva e prevenção às violências.

Entre outras políticas implementadas pelo MS no combate à violência, estão: a Rede Nacional de Prevenção de Violência, Promoção da Saúde e Cultura de Paz para o enfrentamento da violência; fortalecimento das ações de intervenções locais; inclusão dessa temática na agenda política, bem como a melhoria da qualidade da informação, entre outros.

Para acessar a cartilha clique no link: http://189.28.128.100/portal/arquivos/pdf/afc_cartilha_a5b.pdf


Brincantes do Brasil: Entrevista com Lydia Hortélio by Almanaque Brasil

Brincantes do Brasil: Entrevista com Lydia Hortélio parte 2 by Amanaque Brasil